Dr. Márcio Rutowitsch
CRM - 5225120-8
RQE - 1538
Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD (2003-2004)
Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD (2001-2002)
Doutor em Medicina pela UFRJ (1988-1991)
Mestre em Medicina pela UFF (1986-1987)
Chefe do Serviço de Dermatologia do Hospital Federal dos Servidores do Estado (1997-2014)
Presidente da Comissão Científica do LXV Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD (2010)
Editor Associado dos Anais Brasileiros de Dermatologia (1997-2001)
Tesoureiro da SBD (1998-2000)
Membro e Presidente da Comissão de Título de Especialista da SBD (1998-2002)
Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional Fluminense (1987)
Dr. Márcio Rutowitsch
CRM - 5225120-8
RQE - 1538
Currículo
Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD (2003-2004)
Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD (2001-2002)
Doutor em Medicina pela UFRJ (1988-1991)
Mestre em Medicina pela UFF (1986-1987)
Chefe do Serviço de Dermatologia do Hospital Federal dos Servidores do Estado (1997-2014)
Presidente da Comissão Científica do LXV Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD (2010)
Editor Associado dos Anais Brasileiros de Dermatologia (1997-2001)
Tesoureiro da SBD (1998-2000)
Membro e Presidente da Comissão de Título de Especialista da SBD (1998-2002)
Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional Fluminense (1987)
Secretário Geral da SBD (1983-1984)
Fellow of the American Academy of Dermatology – AAD
Member of the European Academy of Dermatology and Venereology – EADV
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD
Vice-diretor Chefe da Divisão Médica do Hospital dos Servidores do Estado – HSE (1983-1985)
Residência Médica no Serviço de Dermatologia do Hospital dos Servidores do Estado – HSE (1977-1978)
Graduação em Medicina pela Universidade Federal Fluminense (1976)
História
Na segunda metade do século XIX, Moritz Rutowitsch, um comerciante russo que fabricava e vendia móveis, casado com a alemã Raquel Leontovich, teve 3 filhos e 2 filhas. Eles viviam em São Petersburgo, capital da Rússia Imperial governada pelo Czar Alexandre II.
Nesta época, a efervescência política aumentava e conflitos se sucediam por conta das injustiças e misérias em que se atolava a classe média, segmento da sociedade ignorado pela nobreza, senhora de todos os privilégios.
Os filhos do casal Rutowitsch, jovens e entusiastas, sonhavam com a modernização do país e envolveram-se nas conspirações contra o regime. Descobertos, tiveram que fugir para não serem fuzilados e não terem a família deportada para a Sibéria.
A família desembarcou no Rio de Janeiro em 1890. Neste momento, um fato imprevisível acontece: uma das frequentes epidemias de febre amarela derruba fatalmente os pais e uma das filhas.
O filho mais velho, Bernardo, médico formado na Rússia, muda-se para Belém do Pará a fim de pesquisar as doenças da região amazônica.
O caçula, Mauricio, com 10 anos, avô de Marcio Rutowitsch, além de estudar, trabalhava em uma relojoaria, terminando sua vida profissional como Superintendente Geral da New York Insurance Co, atual SulAmerica Seguros. Foi casado com uma portuguesa e teve 5 filhos.
O seu terceiro filho, Mario Rutowitsch, pai de Marcio, formou-se em 1938 pela Faculdade Nacional de Medicina do Rio de Janeiro, atual UFRJ. Desde o terceiro ano de estudante trabalhou no Serviço de Dermatologia e Sifilografia da faculdade de medicina. Já formado, tornou-se oficialmente assistente da Cadeira, prestando, mais tarde, concurso para a Livre Docência.
Em 1947 o Presidente do Brasil, Eurico G. Dutra lança os fundamentos do Hospital dos Servidores do Estado (HSE), atual Hospital Federal dos Servidores do Estado. Mario Rutowitsch, com 33 anos de idade, é convidado a organizar e chefiar o Serviço de Dermatologia e Sifilografia. Por quase 50 anos devotou-se ao ensino da Dermatologia, formando médicos que de várias partes do Brasil vieram estudar em seu Serviço, no HSE. Foi Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (1961-1962) e publicou vários trabalhos científicos. Foi casado e teve 3 filhos e 3 filhas. Destes, Marcio, o caçula dos homens, seguiu os passos do seu primeiro mestre e professor de Dermatologia. A Dermatologia já faz parte, há mais de 75 anos, da família Rutowitsch.
O amor e a paixão pela medicina estão no DNA russo. A mãe de Marcio já dizia que desde os 4-5 anos de idade o filho já afirmava que queria ser médico. Assim, seguiu os passos do pai, conduzindo com orgulho e dedicação a medicina e seus pacientes.
Participação na mídia
O Dr. Marcio Rutowitsch atuou como fonte para diversas matérias jornalísticas, concedendo entrevistas para os mais importantes veículos de comunicação do Brasil, abordando diversos temas da dermatologia. Veja abaixo as reproduções de algumas delas, além de uma lista de publicações nas quais o médico está presente:
1. As Opções No Controle Da Psoríase. O Globo, 22 Ago. 2010.
2. Brasileiros São Campeões Globais Em Banhos Diários. O Globo, Rio De Janeiro, 14 Jul. 2010.
3. Câncer Da Pele. O Globo, Rio De Janeiro Brasil, 16 Maio 2010.
4. Uso De Enbrel (Etanercepte) Na Psoriase Em Placas Grave. Wyeth Industria Farmaceutica Ltda, Brasil, P. 1 – 7, 01 Mar. 2009.
5. Proteção Solar É Fundamental No Pós-Peeling. Médico Reporter, Brasil, P. 54 – 55, 01 Mar. 2008.
6. Protetor Solar Não Evita Câncer. Jornal Extra/Rj, 01 Out. 2005.
7. O Carequinha. Jornal O Globo, 03 Jul. 2005.
8. Mitos E Verdades Da Dermatologia. Versatille, Porto Alegre, Brasil, , V. 25, P. 10 – 12, 01 Abr. 2005.
9. Mitos E Verdades Da Dermatologia. Versatille, Rio Grande Do Sul, P. 10 – 12, 01 Abr. 2005.
10. Alopecia Androgenetica. Derma Fio, São Paulo, P. 01 – 02, 01 Abr. 2005.
11. Cabelos Coloridos E Tratados. Guia Zona Sul – Jornal O Globo, Brasil, 24 Mar. 2005.
12. Câncer De Pele: Saiba Como Evitar Esta Doença, O Tipo Mais Comum No País. Povo Do Rio – Rj, 19 Dez. 2004.
13. A Pele Em Risco, Com Sol Ou Chuva. Jornal Do Comércio – Rj, 19 Dez. 2004.
14. Os Sinais Dos Tempos. Les Nouvelles Esthetiques, 19 Dez. 2004.
15. Saúde: Desconfie De Porções Milagrosas. Correio Brasiliense – Df, 12 Dez. 2004.
16. Cuidados Com O Sol Podem Evitar Câncer De Pele. O Liberal – Pa, 12 Dez. 2004.
17. Proteção Solar A Preços Dolorosos. Jornal Extra – Rj, 07 Dez. 2004.
18. Pele Negra Também Exige Protetor Solar. Folha De São Paulo, 05 Dez. 2004.
19. Brasil Tem Hoje Dia De Prevenção Ao Câncer De Pele. Terra Notícias – Sp, 04 Dez. 2004.
20. Câncer De Pele Tem Hoje Campanha Nacional. Jb On Line – Rj, 04 Dez. 2004.
21. Começa Campanha Nacional De Prevenção Contra O Câncer De Pele. Agência Globo – Rj, 04 Dez. 2004.
22. São Paulo Mobiliza Hospitais Na Campanha Contra Câncer De Pele. Último Segundo – Sp, 04 Dez. 2004.
23. Câncer De Pele Tem Hoje Campanha Nacional. Yahoo! – Sp, 04 Dez. 2004.
24. Sol De Verão Amplia Risco De Câncer De Pele. Correio Popular – Campinas, 04 Dez. 2004.
25. Campanha Contra O Câncer De Pele Quer Atingir Trabalhadores De Rua. Diário Do Rio Doce – Mg, 03 Dez. 2004.
26. Campanha Nacional Pretende Atingir Trabalhadores De Rua. Correio Popular – Campinas, 03 Dez. 2004.
27. Campanha Para Quem Trabalha Na Rua. Folha Do Estado – Mt, 03 Dez. 2004.
28. Campanha Irá Enfocar Cuidados A Serem Tomados. Correio Popular – Sp, 03 Dez. 2004.
29. Trabalhadores De Rua São Alvo De Campanha. Jornal Do Comércio – Rj, 03 Dez. 2004.
30. Campanha Contra Câncer De Pele Alerta Para Riscos. Todo Dia – Sp, 03 Dez. 2004.
31. Sol Do Verão Amplia Risco De Câncer De Pele. Correio Popular, 03 Dez. 2004.
32. Campanha Contra O Câncer De Pele Quer Atingir Trabalhadores De Rua. Panorama Brasil – Sp, 02 Dez. 2004.
33. Começa A Campanha Contra O Câncer De Pele. O Dia, 02 Dez. 2004.
34. Proteção Contra O Sol Deve Começar Na Infância. Veículo: Cruzeiro Do Sul – Sp, 02 Dez. 2004.
35. Campanha Contra Câncer De Pele. O Fluminense, 02 Dez. 2004.
36. Seis Mil Novos Casos De Câncer De Pele Surgem Anualmente Na Paraíba. Jornal Da Paraíba, 02 Dez. 2004.
37. Sol Maior. Elle, 01 Dez. 2004.
38. Cresce A Incidência De Melanoma Maligno. Jornal De Brasília, 30 Nov. 2004.
39. Dia De Lutar Contra O Câncer. Jornal Extra, 27 Nov. 2004.
40. Câncer De Pele Poderá Atingir 86 Mil Em 2004. O Norte – Pb, 27 Nov. 2004.
41. Dermatologia Ensina Forma Correta De Usar Filtro Solar Para Garantir O Bronzeado E Pele Saudável. (La Vem O Sol!). O Dia, 23 Nov. 2004.
42. Dermatologia Faz Novo Alerta Sobre Câncer De Pele. Tribuna Da Bahia – Ba, 06 Nov. 2004.
43. Pela Sombra. Capricho, 02 Nov. 2004.
44. O Sol Nasce Para Todos. Esporte Life, 01 Nov. 2004.
45. Uso De Filtro Solar Reduz Em 85% Risco De Câncer De Pele. Notícia Permanente/Teresina, 30 Out. 2004.
46. Proteção Contra Câncer De Pele Começa Na Infância. Jornal Do Brasil, 21 Nov. 2003.
47. Lançada No País Campanha De Prevenção Ao Câncer De Pele. Tribuna Da Imprensa, 21 Nov. 2003.
48. Campanha Enfatiza Utilização De Protetor. Jornal Do Comércio, 21 Nov. 2003.
49. Câncer De Pele Também Atinge Pessoas Negras. Povo Do Rio, 21 Nov. 2003.
50. Dermatologistas Alertam Para Perigo De Exposição E Tempo Excessivo Ao Sol. Correio De Sergipe, 14 Nov. 2003.
51. Bronzeamento Artificial Pode Causar Câncer. Folha De São Paulo, 12 Nov. 2003.
52. Proteção Contra Câncer De Pele Começa Na Infância. A Semana, 08 Nov. 2003.
Participação em eventos
É palestrante em diversos eventos da dermatologia nacional e internacional. Dentre eles, destacamos o Congresso Brasileiro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o Meeting da Academia Americana de Dermatologia, o Congresso Europeu de Dermatologia e o Congresso Mundial de Dermatologia.
1 – 70º CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA. 2015. (Congresso).
2 – 23rd WORLD CONGRESS OF DERMATOLOGY. 2015. (Congresso).
3 – 73rd ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN ACADEMY OF DERMATOLOGIAY. 2015. (Congresso).
4 – III ENCONTRO DOS USUARIOS DO ETHEREA. 2015. (Encontro).
5 – 26 CONGRESSO BRASILEIRO DE CIRURGIA DERMATOLOGICA. 2014. (Congresso).
6 – 69º CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA. 2014. (Congresso).
7 – 23rd EADV CONGRESS. 2014. (Congresso).
8 – 72d ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN ACADEMY OF DERMATOLOGIA. 2014. (Congresso).
9 – 7º SIMPÓSIO DE COSMIATRIA E LASER DA SBD. 2014. (Simpósio).
10 – 7º DERMARIO e XI ENCONTRO DE CIRURGIOES DERMATOLÓGICOS. 2014. (Encontro).
11 – 68º CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA. 2013. (Congresso).
12 – 27º CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS DO PROF AZULAY. 2013. (Congresso).
13 – 22nd CONGRESS OF THE EUROPEAN ACADEMY OF DERMATOLOGIA AND VENEREOLOGY. 2013. (Congresso).
14 – 71h ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN ACADEMY OF DERMATOLOGIAY. 2013. (Congresso).
15 – 3º SIMPÓSIO DE CABELOS E UNHAS. 2013. (Simpósio).
Publicações Científicas
TESE
1988 – 1991
Doutorado em Medicina (Dermatologia) (Conceito CAPES 3).
Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Título: Marcadores imunohistoquimicos em melanomas primitivos e metastaticos, Ano de obtenção: 1991.
Orientadores: Rene Garrido Neves, Rubem David Azulay.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: melanoma; imunohistoquimica.
Grande área: Ciências da Saúde
Setores de atividade: Cuidado À Saúde das Pessoas; Cuidado À Saúde das Populações Humanas.
1986 – 1987
Mestrado em Ciências Médicas (Conceito CAPES 4).
Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
Título: Estudo Clinico, Histopatológico e Imunoistoquimico do Melanoma Amelanótico, Ano de Obtenção: 1987.
Orientador: Rene Garrido Neves.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: imunorreação; melanoma amelanótico.
Grande área: Ciências da Saúde
LIVRO
Calvície – Um assunto que não sai da cabeça
Editora Limay
Ano: 2005
64 páginas
CAPÍTULOS DE LIVROS
1. Rutowitsch, M. S.; Felix, P. A. O. . Acne E Alopecia Androgenetica Feminina. Endocrinologia Femina E Andrologiaa. 1ed.Rio De Janeiro: Ac Farmacêutica, 2012, V. 1, P. 226-240.
2. Rutowitsch, M. S.. Aging Face Of Darker Racial Ethnic Groups. In: Pearl E Grimes. (Org.). Aesthetics And Cosmetics Surgery In Darker Racial Ethnic Groups. : , 2005, V. , P. -.
3. Rutowitsch, M. S.. Pharmacology. In: Ada Regina Trindade De Almeida; Doris Maria Hexsel. (Org.). Hyperhidrosis And Botulinum Toxin. 1ed.São Paulo: Know-How Editorial Ltda., 2004, V. 1, P. 15-18.
4. Rutowitsch, M. S.; Almeida, A. R. T. ; Hexsel, D. M. . Farmacologia. In: Ada Regina Trindade De Almeida; Dóris Maria Hexsel. (Org.). Hiperidrose E Toxina Botulínica. 1ed.São Paulo: Know-How Editorial Ltda., 2003, V. 1, P. 17-20.
5. Rutowitsch, M. S.. Carcinoma Espino Celular. Fundamentos De Dermatologia. 1ed.Rio De Janeiro: Ateneu, 2003, V. , P. 55-58.
6. Rutowitsch, M. S.; Kede Mpv ; Sabatovich O . Alopecia Androgenética Masculina. In: Maria Paulina Villarejo Kede; Oleg Sabatovich. (Org.). Dermatologia Estética. 1ed.São Paulo: Atheneu, 2003, V. 1, P. 173-179.
7. Rutowitsch, M. S.; Hexsel, D. M. ; Almeida, A. R. T. . Estrutura Da Toxina E Interações Medicamentosas. In: Dóris Hexsel; Ada Trindade De Almeida. (Org.). Uso Cosmético Da Toxina Botulínica. 1ed.Porto Alegre: Assessoria Gráfica E Editorial Ltda. – Age, 2002, V. 1, P. 55-57.
8. Rutowitsch, M. S.; Hexsel, D. M. ; Almeida, A. R. T. . Toxin Botulinum Structure And Drug Interaction. In: Marcio Santos Rutowitsch. (Org.). Cosmetic Use Of Botulinum Toxin. Porto Alegre: Age, 2002, V. 1, P. 55-57.
9. Rutowitsch, M. S.. Alopecia Androgenetica. In: Carlos Roberto Antonio; João Roberto Antonio; Elmer Alexandre De Oliveira. (Org.). Livro On Line. : , 2002, V. , P. -.
10. Rutowitsch, M. S.; L. C. Parish ; Brenner S ; Ramos-E-Silva M . Other Syndromes. In: L. C. Parish; Sarah Brenner; Marcia Ramos-E-Silva. (Org.). Women’s Dermatology From Infancy To Maturity. 1ed.Nova Iorque: The Pathernon Publishing Group Inc., 2001, V. 1, P. 98-105.
11. Rutowitsch, M. S.; Neves, R. G. ; Lupi, O. ; Talhari, S. . Melanoma Amelanótico. In: René Garrido Neves; Omar Lupi; Sinésio Talhari. (Org.). Câncer Da Pele. 1ed.Rio De Janeiro: Editora Médica E Cinetífica Ltda. – Medsi, 2001, V. 1, P. 240-249.
12. Rutowitsch, M. S.. Alopecia Androgenetica. I-Pele Dermatologia On Line. 1ed.Sao Paulo: I-Pele, 2001, V. 1, P. 32-361.
ARTIGOS CIENTÍFICOS
1. Hexsel, D. M. ; Rutowitsch, M. S.; Miranda, L. ; Prado, D. Z. ; Lima, M. M. . Blind Multicenter Study Of The Efficacy And Safety Of Injections Of A Commercial Preparation Of Botulinum Toxin Type A Reconstituted Up To 15 Days Before Injection. Dermatologic Surgery, V. 35, P. 933-940, 2009.
2. Goncalves, R. V. ; Pirmez, C. ; Jorge, M. E. ; Souza, W. J. S. ; Oliveira, M. P. ; Rutowitsch, M. S.; Da-Cruz, A. M. . Clinical Features Of Cutaneous And Disseminated Cutaneous Leishmaniasis Caused By Leishmania (Viannia) Braziliensis In Paraty, Rio De Janeiro. International Journal Of Dermatology, V. 47, P. 355-362, 2008.
2. Hexsel, D. M. ; Almeida, A. R. T. ; Rutowitsch, M. S.. Multicenter, Double-Blind Study Of The Efficacy Of Injections With Botulinum Toxin Type A Reconstituted Up To Six Consecutive Weeks Before Application. Dermatologic Surgery, V. 29, P. 523-529, 2003.
3. Rutowitsch, M. S.. As Celulas Germinativas São Um Paradigma. An Bras Dermatol, V. 77, N.3, P. 245-247, 2002.
4. Rutowitsch, M. S.. Hydroxy Acids And Retinoids In Cosmetics. Clinics In Dernatology, V. 19, P. 460-466, 2001.
5. Rutowitsch, M. S.. Ética E Profissionalismo Ii. An Bras Dermatol, V. 75, N.4, P. 0001-0001, 2000.
6. Rutowitsch, M. S.. Alopecia Androgenética. Anais Brasileiros De Dermatologia, V. 76, N.6, P. 561-572, 1999.
7. Rutowitsch, M. S.. Anais Brasileiros De Dermatologia. Separata Da Sbd, V. 74, N.6, 1999.
8. Rutowitsch, M. S.. Diagnóstico Imunopatológico Do Melanoma. Anais Brasileiros De Dermatologia, V. 73, N.Supl 1, P. 21-22, 1998.
9. Rutowitsch, M. S.. Sarcoma De Kaposi. Anais Brasileiros De Dermatologia, V. 70, P. 347-356, 1995.
10. Rutowitsch, M. S.. Anais Brasileiros De Dermatologia. Separata Da Sociedade Brasileira De Dermatologia, V. 70, N.4, 1995.
11. Rutowitsch, M. S.. Xeroderma Pigmentoso: Estudo Clinico Em Três Irmãos De Raça Negra. An Bras Dermatol, V. 70, N.5, P. 467-471, 1995.
12. Rutowitsch, M. S.. Disseminated American Muco-Cutaneous Leishmaniasis Caused By Leishmania Brasiliensis Brasiliensis In A Patient With Aids: A Case Report. Memorias Do Instituto Oswaldo Cruz, V. 87, N.4, P. 487-492, 1992.
13. Rutowitsch, M. S.. Cellular And Humoral Immune Responses Of A Patient With Amrecan Cutaneous Leishmaniasis And Aids. The Royal Society Of Tropical Medicine And Hygiene, V. 86, P. 511-512, 1992.
14. Rutowitsch, M. S.. Melanoma Amelanótico . Estudo De 18 Casos. Medicina Cutanea, V. Xviii, P. 49-57, 1990.
15. Rutowitsch, M. S.. Xantomas E Xantelasma. Rio Dermatológico, V. 3, P. 2, 1989.
16. Rutowitsch, M. S.. Xeroderma Pigmentoso. Abd, V. 64, P. 217-221, 1989.
17. Rutowitsch, M. S.. Micoses Superficiais. Cm, V. 7, P. 15-22, 1989.
18. Rutowitsch, M. S.. Como Tratar Micoses Superficiais. Clinica Médica, V. 7, N.5/6, P. 12-23, 1989.
19. Rutowitsch, M. S.. Celular And Humoral Immune Responses In A Case Of Americous Cutaneous. Royal Society Of Tropical Medicine & Hygiene, 1987.
20. Rutowitsch, M. S.. Leprosy. Immlep, P. 363-367, 1984.
21. Rutowitsch, M. S.. Zoster. Anais Brasileiros De Dermatologia, V. 56, N.4, P. 263-268, 1981.
22. Rutowitsch, M. S.. Do Apósito De Colágeno Em Dermatologia. Jbm, V. 41, 1981.
23. Rutowitsch, M. S.. Linfagite Esclerosante Da Genitália. Sociedade Brasileira De Dermatologia, V. 54, P. 189-199, 1979.
24. Rutowitsch, M. S.. Hidrocistoma. Sociedade Brasileira De Dermatologia, V. 53, P. 183-193, 1978.
25. Rutowitsch, M. S.. Eritema Nodoso E Anovulatórios. Revista Médica Do Hse, V. 29, P. 115-118, 1977.
Tratamentos
Dermatologia Clínica
ACNE
Acne é uma doença cujas manifestações decorrem dos hormônios sexuais femininos e masculinos (progesterona e testosterona). Por esta razão as lesões surgem na adolescência, época em que estes hormônios começam a ser produzidos pelo organismo, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos.
A acne se manifesta principalmente por meio de cravos (comedões) negros ou brancos e espinhas (pústulas). Ela possui várias formas e surge com mais frequência no rosto, pescoço, peito, costas e ombros. A doença não atinge apenas adolescentes, podendo persistir na idade adulta, ou, simplesmente surgir nesta fase, sendo tal fato mais observado nas mulheres. Muitas vezes se não for tratada de forma correta, poderá deixar cicatrizes.
Tratamentos
Os tratamentos podem ser locais a base de cremes, géis e sabonetes; ou associado a antibióticos orais. Nos casos mais intensos com muitas lesões, como pústulas, nódulos e pseudocistos, podemos empregar a isotretinoína (retinoide oral). Por vezes, realizamos tratamentos complementares como: extração de comedões, punção ou drenagem de pústulas, nódulos e pseudocistos e infiltração de medicações específicas, quando necessário, como corticoides. Para o tratamento das cicatrizes utilizamos peelings, laseres ou outras técnicas, como a dermoabrasão, subincisão e preenchimentos cutâneos com ácido hialurônico. As manchas que estão associadas à acne podem ser tratadas com procedimentos em consultório como laseres e peelings e em casa com cremes.
ALERGIA
Alergia ou dermatite não-contagiosa é uma doença que costuma se apresentar com duas características: rash cutâneo (manchas ou placas avermelhadas na pele) e intensa coceira. Dependendo do grau de alergia ela pode ter apresentações diferentes na pele, como:
Urticária – é uma reação alérgica comum que causa vergões vermelhos e salientes na superfície da pele e geralmente provoca muita coceira e as lesões podem mudar de local. Quando uma pessoa apresenta este tipo de alergia, o corpo libera histamina e outras substâncias químicas na corrente sanguínea, o que provoca coceira, inchaço e outros sintomas.
Angioedema – é um “inchaço” semelhante à urticária, mas que acontece nas camadas mais profundas da pele. Tanto ele como a urticaria podem ser provocados por:
Causas
Alimentos, medicamentos ou vitaminas, pólen, pelos de animais, borracha e picadas de insetos. Temos ainda o calor, frio, luz do sol, água, pressão sobre a pele, estresse emocional e exercícios físicos. Algumas doenças que provocam uma baixa da imunidade, como as autoimunes (lúpus, distúrbios da tireoide) ou mesmo a hepatite, linfomas, mononucleose e a AIDS, dentre outras.
ALOPECIA
A queda dos cabelos é preocupante, porque a primeira palavra lembrada quando se fala neste assunto é desespero. Ela deve ser interpretada como uma manifestação clínica, devido à interação entre saúde e estética. Há vários tipos de alopecia ou queda dos cabelos.
Temos a alopecia androgenética que é uma condição genética comum de queda dos cabelos tanto nas mulheres como nos homens, provocada pela ação dos hormônios andrógenos circulantes. Ela se inicia por um afinamento lento e progressivo dos cabelos, na puberdade nos homens e entre os 25-30 anos nas mulheres. Por volta dos 50 anos de idade, ela pode ocorrer em ambos os sexos: de 20% a 50% nas mulheres e mais de 50% nos homens. Ela é sempre determinada geneticamente, mas na mulher, além do fator genético, associa-se também a presença de endocrinopatias androgênicas. Alguns exames clínicos no couro cabeludo e laboratoriais devem ser realizados para se confirmar ou afastar este tipo de alopecia das outras.
Os outros tipos de alopecias ou queda dos cabelos não têm relação com fatores hormonais. Dentre as outras formas citamos a alopecia areata onde os cabelos caem de uma forma rápida e na maioria da vezes localizadas em algumas áreas da cabeça ou mesmo em outras partes do corpo. Este tipo é menos frequente, sendo considerado uma doença autoimune.
Outra forma de queda dos cabelos, essa mais frequente nas mulheres, é o eflúvio telogeno. Neste tipo os cabelos caem em grande quantidade e provocam uma grande preocupação nos pacientes pois elas pensam que irão ficar carecas. Através de uma boa história clínica com a paciente, seguido de um exame detalhado dos cabelos e do couro cabeludo e complementados por outros exames de laboratório, caminhamos para um diagnóstico.
Uma vez que seja realizado o diagnóstico e por vezes identificada a causa, iniciamos o tratamento específico.
DERMATITE DE CONTATO
Dermatite de contato ou eczema de contato é uma reação inflamatória na pele que aparece após o contato com um produto qualquer. Existem dois tipos: a irritativa e a alérgica.
A irritativa é causada por produtos ácidos ou alcalinas, como sabonetes, detergentes, solventes ou outras substâncias químicas. A reação na pele aparece na primeira vez em que o paciente entra em contato com o agente causal. Em geral a reação ocorre no local do contato, aparecendo num grande número de pessoas.
A alérgica de contato surge após várias exposições a um determinado produto, sendo que as lesões em geral afetam o local do contato ou mesmo outros mais afastados. Como ela esta relacionada com o sistema imunológico ou de defesa do paciente, pode demorar de meses a anos para ocorrer após o contato inicial. Essa forma alérgica surge pelo contato com produtos de uso diário e frequente, como perfumes, cremes hidratantes, pasta dos dentes, esmaltes de unha e medicamentos de uso local como colírios.
DERMATITE ATÓPICA
Dermatite atópica ou eczema atópico é um dos tipos mais comuns de dermatite. É uma doença crônica que apresenta diferentes lesões na pele do rosto, dos membros e principalmente nas dobras dos braços ou pernas. Estas lesões podem ser manchas brancas ou vermelhas, de diversos tamanhos, coçam muito e apresentam crostas. A dermatite atópica é uma afecção constitucional incide em certas famílias isolada ou combinada com asma brônquica e rinite.
DERMATITE SEBORREICA
Dermatite seborreica ou eczema seborreico é uma doença da pele bastante comum, que pode ser mais ou menos extensiva ou difusa, não é grave. É uma inflamação crônica que se espalha do couro cabeludo para baixo, indo atingir a face, o pescoço, o tronco, axilas e virilhas localizadas ao nível das áreas pilosas.
CÂNCER DA PELE
A sua incidência vem aumentando de forma importante nos últimos 40 anos nos países ocidentais. Em geral ele surge nos locais do corpo onde a pele esteve mais exposta ao sol, como cabeça (couro cabeludo, face, nariz e orelhas), tronco, braços, mãos e pernas. Pode também surgir em áreas que nunca estiveram expostas ao sol. Um dos tipos mais comuns é a Ceratose solar que pode se apresentar como uma pequena “ferida “ que não cicatriza, localizada principalmente na face e dorso das mãos. Dentre os outros tumores da pele que mais contribuem para o aumento da incidência temos o Carcinoma Basocelular e o Caricnoma Espinocelular. Um outro tumor, o Melanoma é menos frequente e também tem apresentado tendência ascendente em níveis de incidência e de mortalidade. A exposição aos raios solares é sem dúvida, o principal fator de risco para o aparecimento destes tumores. A detecção precoce dos tumores malignos da pele pode evitar no caso dos carcinomas o seu crescimento que deixa cicatrizes quando tratados ou mesmo reduzir a possibilidade dele se espalhar pelo organismo como devido ao melanoma.
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são doenças transmitidas por vírus ou bactérias através do contato sexual ou oral. Os tipos mais comuns são: verrugas genitais, molusco contagioso, escabiose, herpes, sífilis, hepatite B e C e HIV-AIDS.
O papiloma vírus humano, conhecido como HPV (sigla inglesa para “Human Papilomavirus) é responsável pela verruga vulgar, verruga plantar, condiloma acuminado (verruga genital). Mais de 200 tipos de HPV já foram identificados. As lesões se apresentam como pequenas pontos endurecidos na genitália, que podem se agrupar, de aspecto verrucoso ou úmidas. Quando muito antigas podem adquirir o aspecto de uma “couve-flor”. Estas lesões são altamente contagiosas de uma pessoa a outra. Alguns tipos de HPV produzem lesões diferentes de cores variadas como negro, amarelada ou mesmo igual a cor da pele e podem inclusive causar o câncer do colo do útero. Através do exame físico do paciente pode-se detectar o vírus. De uma maneira geral o aspecto clínico da lesão verrucosa é importante para a o tratamento, que poderá ser com aplicação de produtos químicos ou cirúrgico.
Molusco Contagioso
Provocado por um vírus, apresenta-se na pele como pequenas lesões endurecidas com centro deprimido. O molusco geralmente pode aparecer de forma isolada em indivíduos adultos saudáveis, mas pode se tornar persistente e até mesmo se espalhar quando na região genital. Existem muitos tratamentos efetivos incluindo, curetagem, criocirurgia e medicações tópicas. Como todas as doenças, devem ser avaliadas as possibilidades de contato e fontes de infecção.
Escabiose ou Sarna
Provocada por um parasita microscópico que se esconde sob as camadas superficiais da pele e causa pequenas lesões avermelhadas com uma coceira muito intensa principalmente a noite. Tende a se espalhar por quase todo o corpo e pode ou não ser transmitida por contato sexual. O tratamento é realizado com remédios por via oral e local que eliminam o parasita. Importante também será o tratamento das pessoas que moram com o paciente.
Herpes Genital
E uma das causas mais frequentes de úlcera “ferida” genital infecciosa. Provocada por um vírus o Herpes vírus hominis tipo 2, se bem que pode ser provocada pelo tipo 1. O vírus do herpes (tipos 1 ou 2) pode permanecer no organismo durante meses ou anos, sem ocasionar manifestações clínicas. Como tratamento temos os antivirais, sendo que o ideal é tratar o paciente nas primeiras 24 horas.
Sífilis
E uma doença causada pelo Treponema pallidum sendo adquirida principalmente, através da relação sexual. Apresenta diversas formas clinicas sendo que a lesão inicial da sífilis, o cancro sifilítico, surge, em media 10 a 30 dias depois da relação. Esta lesão com ou sem tratamento desaparece, mas a doença continua se desenvolvendo na corrente sanguínea e 2 meses depois vai se localizar na pele e nos órgãos internos com diferentes lesões e sintomas. Caso não seja tratada nesta fase a doença continua evoluindo e depois de 1 ano poderá ocorrer novas manifestações na pele, nos músculos no coração, nos ossos e neurológicas. Os fetos das pacientes infectadas por sífilis podem nascer com mal formações. A sífilis pode ser curada com antibióticos e o parceiro também precisa ser tratado.
Hepatites B e C
Tanto a hepatite B quanto a C podem ser transmitidas sexualmente. Hepatite B pode causar febre, dor muscular, vômito, diarreias e danos hepáticos. Essa é a única doença sexualmente transmissível que pode ser prevenida com vacina. O sintoma principal da hepatite é a coloração amarela da pele chamada icterícia. Já a hepatite C é a causa mais comum de doença hepática crônica e pode evoluir para transplante hepático. Não há vacinas para preveni-la.
HIV (AIDS)
O vírus da imunodeficiência humana destrói o sistema imunológico, do qual pode resultar em manchas na pele, infecções, diarreia, febre, perda de peso e pode ser fatal. Além da transmissão sexual, pode ser transmitido para o feto durante a gravidez, no parto ou amamentação. Tratamentos estão disponíveis, mas atualmente não há cura ou vacina para preveni-la.
HANSENÍASE
Doença infectocontagiosa crônica causada por uma bactéria, tem alto potencial incapacitante e ainda é endêmica no Brasil.
Apesar de ser uma doença da pele onde produz manchas brancas ou avermelhadas, alteração da sensibilidade e sudorese, ela também atinge outras estruturas do corpo como os olhos e os nervos, se não for tratada pode deixar sequelas. A doença tem tratamento específico.
LÚPUS ERITEMATOSO
O lúpus eritematoso é uma doença multissistêmica, autoimune, e tem como local de maior expressão clinica a pele. Ele pode se localizar somente nesta ou atingir órgãos internos como as articulações, rins e cérebro. É uma doença de comportamento dinâmico, podendo passar de uma forma clínica a outra em determinados períodos da sua evolução.
MELASMA
É um distúrbio adquirido da pigmentação, caracterizado por manchas escuras na pele, que normalmente aparecem no rosto, mas pode ocorrer em outras áreas do corpo: como braços e colo. Não há uma causa definida, mas muitas vezes esta condição está relacionada ao uso de anticoncepcionais femininos, à gravidez e principalmente à exposição solar. A predisposição genética e histórico familiar também podem influenciar no surgimento desta condição. O melasma é uma dermatose inestética, de grande repercussão na qualidade de vida das pessoas afetadas o que torna seu tratamento indicado. O tratamento consiste em clarear a mancha com produtos químicos, peelings e por vezes ate laser para depois manter a pele livre da mesma.
MICOSE
Infecção causada por fungos podem ser de 2 tipos as localizadas somente na pele, as micoses cutâneas que surge em geral nos cabelos, tronco, virilha, pés e unhas com manchas brancas ou avermelhadas algumas com coceira e ardor. O outro tipo tanto pode se localizar na pele como nos órgãos internos sendo assim conhecida como as micoses subcutâneas. O tratamento consiste no uso de cremes antifúngicos e medicamentos por via oral. Alguns tratamentos como por exemplo no caso das micoses das unhas podem ser longos, durando cerca de meses, às vezes ate 1 ano.
PSORÍASE
É uma doença crônica, não-contagiosa, causada por lesões avermelhadas e descamativas, normalmente em placas, que mais frequentemente aparecem no couro cabeludo, cotovelos e joelhos.O aparecimento é mais comum em adultos, no entanto pode aparecer na infância. É agravada por fatores psicológicos, estresse, frio, baixa umidade, ingestão de álcool e tabaco e corticosteroides, sua causa mais frequente é genética associada a fatores psicológicos, Atualmente é considerada uma doença autoimune, ou seja o próprio organismo procura se agredir. A escolha do tratamento deve ser feita considerando-se a gravidade e a extensão do quadro clínico e do comprometimento psicoemocional.
UNHAS
As unhas são como um espelho que podem orientar o médico dermatologista a suspeitar de várias doenças locais ou internas como:
Anemia: unhas quebradiças, secas, sem brilho, com sulcos transversais, as vezes descoladas do leito ungueal ou com uma forma côncava.
Doenças cardíacas: unhas curvadas para baixo, alargadas, coloração arroxeada e pontos arroxeados.
Doenças no fígado: unhas de Terry (ocorre na cirrose) cor branca na parte proximal e coloração normal nas pontas, unha pálida amarelada e arredonda.
Doenças gastrintestinais:, unhas doloridas, frágeis e que se descolam com pontos de sangue.
Doenças renais: as unhas se engrossam, ficam com uma cor amarela ou cinza, e linhas transversais esbranquiçadas.
Doenças da Tireoide: no hipertireoidismo temos unhas finas, fracas, curvas e por vezes descolada do leito ungueal, no hipotireoidismo as unhas são espessas e sem brilho.
Diabetes: unhas avermelhadas e com vasinhos de sangue na pele, podendo levar a um engrossamento e endurecimento das pontas dos dedos.
Lúpus eritematoso: hemorragia da cutícula, manchas brancas na unha, depressões puntiformes e descolamento das unhas.
AIDS: pode ocorrer uma infecção das unhas por fungos, cândida, vírus como o do herpes e até o sarcoma de Kaposi que é um tumor vascular.
Unha encravada
É muito comum no dedão do pé. Isso é devido ao corte incorreto da unha, principalmente nos cantos (não seguindo a sua curvatura) e ao uso de sapatos apertados, permitindo que a unha cresça para dentro da pele. Há um sério desconforto na área, pois a unha fica extremamente dolorida e nos casos mais graves são necessários tratamentos especiais com o médico dermatologista, através de uma pequena cirurgia para remoção do tecido inflamado.
VITILIGO
É uma doença da pele não contagiosa caracterizada pelo surgimento de manchas brancas que variam quanto ao numero e tamanho. Elas podem se localizar em qualquer parte do corpo como face, mãos e genitália. Os pêlos localizados nas manchas de vitiligo se tornam brancos. Parece haver uma diminuição na quantidade e na função dos melanócitos, que são células localizadas na epiderme responsáveis pela produção do pigmento cutâneo — a melanina. Fatores emocionais como estresse, ansiedade e depressão podem desencadear ou agravar o quadro da doença, atualmente o vitiligo é considerado como uma doença autoimune. A região afetada é muito sensível ao sol, podendo ocorrer queimaduras graves, caso não haja proteção adequada sendo um risco para o surgimento do câncer da pele.
Dermatologia Cirúrgica
A dermatologia cirúrgica é um campo da dermatologia que exige uma grande habilidade do médico porque ela tem 2 objetivos: o primeiro é o diagnóstico de uma lesão específica na pele, e o segundo o seu tratamento.
Graças a ela diversos procedimentos podem ser realizados onde procuramos alterar ou remover o tecido epitelial. Dentre eles mencionamos:
Pequenas cirurgias: remoção de sinais ou pintas, cistos, lipomas, unha encravada ou mesmo a biópsia da pele que significa a retirada de um pequeno pedaço com 4mm de diâmetro para ser realizado um exame histopatológico (microscópico).
Cirurgia avançada: retirada de tumores benignos ou cânceres da pele, enxertos, correção de cicatrizes de acne, tatuagens, manchas, etc.
CRIOCIRURGIA
É um procedimento terapêutico onde procuramos congelar a lesão da pele com o emprego do nitrogênio líquido sob alta pressão. O mecanismo de ação se processa pelo resfriamento do local a ser tratado por um período pequeno de tempo. Pode-se tratar desde tumores benignos até tumores malignos, manchas, remover verrugas, molusco contagioso, ceratose seborreica, ceratose solar e lentigos solares na face e dorso das mãos.
Dermatologia Cosmiátrica
Para a boa condução dos procedimentos cosmiátricos são essenciais conhecimentos anatômicos e técnicos, indicação correta e uma relação médico-paciente satisfatória.
O paciente deve ser informado quanto as limitações dos métodos, riscos, alternativas terapêuticas, período de restabelecimento, custos e cicatrizes. É necessária também a detecção de possível falsas expectativas.
Os procedimentos ou tratamentos utilizados e apresentados abaixo tem o intuito de melhorar e minimizar o envelhecimento fisiológico próprio de cada pessoa.
PEELINGS
O peeling químico, também conhecido como quimioesfoliação ou quimiocirurgia, consiste na aplicação de um ou mais agentes esfoliantes na pele. Eles podem ser de três tipos: o superficial, médio e profundo. A finalidade dos peelings é a de remover as camadas mais superficiais da pele e, em seguida, remover os tecidos para remover, manchas ou cicatrizes.
TÉCNICAS DE INJEÇÃO NA COSMIATRIA
Graças aos procedimentos injetáveis e minimamente invasivos como a toxina botulínica e os preenchedores, a Dermatologia avançou muito no campo estético. O resultado é uma grande melhora na qualidade de vida para os pacientes.
TOXINA BOTULÍNICA
Há mais de 20 anos as toxinas são normalmente usadas para tratar as rugas de expressão. No início elas foram empregadas para as linhas verticais entre as sobrancelhas. Em seguida passou a ser utilizada para evitar a contração dos músculos da região frontal, área que produz as rugas transversais da testa e eleva as sobrancelhas. Uma outra indicação é para diminuir ou eliminar rugas ao redor da região lateral dos olhos. As toxinas podem ser aplicadas em outros pontos da face como para as rugas nasais, elevar a ponta do nariz, os cantos da boca, sorriso gengival e o ‘Efeito Nefertiti’. Uma outra indicação é para o tratamento de suor excessivo nas axilas, também conhecida como hiperidrose. O efeito começa após 24 horas da aplicação e é bem notável após 3 dias.
PREENCHEDORES
Os preenchedores injetáveis tornaram-se mais uma opção de tratamento minimamente invasivo para revolumizar a face envelhecida. Com a introdução, no início deste século, do Ácido Hialurônico como um agente preenchedor facial houve uma grande melhora nos resultados. Atualmente este ácido é sintético, ou seja, não é de origem animal.
Esta técnica, desenvolvida por dermatologistas, pode ser realizada no consultório, sendo um procedimento de pequeno porte. Inicialmente aplicamos um creme anestésico no local de 10 a 15 minutos antes do preenchimento para diminuir a sensação da picada da agulha. Essa classe de preenchedor é utilizada para melhorar sulcos leves a intensos, além de rugas de expressão e cicatrizes. Eles tem indicação para qualquer lugar da face, como o sulco nasogeniano (aquele que se acentua com o sorriso, e vai do canto do nariz ao canto da boca) e os sulcos ao redor dos lábios. Também pode ser usado para aumento dos lábios, correção de cicatrizes de acne e reposição volumétrica em áreas do corpo onde ocorre perda de gordura com o envelhecimento. Consiste na injeção sob a área da pele a ser tratada elevando-a e diminuindo a sua profundidade, com consequente melhora do aspecto.
LASER
A ação de um laser depende da sua interação com o tecido, no caso a pele. Ele é uma fonte de luz pura que produz radiação eletromagnética e apresenta três características muito especiais: é monocromático (possui comprimento de onda muito bem definido), coerente (todas as ondas dos fótons que compõe o feixe estão em fase) e colimada (propaga-se como um feixe de ondas praticamente paralelas). Quando o Laser é disparado sobre o tecido, ele é absorvido pelo cromóforo, ou seja, pigmentos que existem dentro dos componentes da pele, como a hemoglobina dos vasos sanguíneos, a melanina (pigmento que da cor a pele), água e tinta exógena de tatuagens. A indicação é de destruir um alvo específico, ou seja, o cromóforo, num processo denominado de fototermólise seletiva.
O Laser tem hoje diversas indicações para o tratamento da rosácea-vasinhos na face ou no colo, olheiras, manchas escuras no dorso das mãos e para remoção de tatuagens. Outras aplicações consistem na remoção do pelo indesejado, cicatrizes de acne, cirúrgicas ou provocadas por acidente, estrias vermelhas.
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Dr. Marcio Rutowitsch
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RQE - 1538
- Dermatologia Clínica
- Dermatologia Cirúrgica
- Dermatologia Estética
